Em outubro de 1987, o mercado de ações experimentou uma queda acentuada, desencadeando uma recessão global que abalou a economia mundial. O crash foi apelidado de Segunda-feira Negra, e é considerado o segundo pior colapso do mercado de ações da história, após a Grande Depressão na década de 1930.

As causas do crash da bolsa de valores de 1987 são objeto de debate entre os economistas e especialistas financeiros. Alguns atribuem a queda abrupta dos preços das ações ao excesso de especulação nos mercados, bem como aos preços inflacionados de ações populares. Outros culpam as políticas monetárias expansivas adotadas pelos bancos centrais na época.

Independentemente da causa, o efeito do crash foi devastador - os mercados financeiros de todo o mundo sofreram grandes perdas, com queda nas taxas de câmbio e aumento do desemprego. O impacto a longo prazo do crash da bolsa de valores de 1987 também foi sentido em muitos setores da indústria, com empresas se esforçando para se recuperar das perdas incalculáveis.

No entanto, o mercado de ações eventualmente se recuperou, mas o crash permanece como um importante marco na história financeira. Desde então, várias medidas foram adotadas para evitar que um evento semelhante ocorra no futuro, incluindo a criação de circuit breakers e regulamentos financeiros mais rígidos.

Em conclusão, o crash da bolsa de valores de 1987 foi um dos eventos mais marcantes e impactantes na história financeira global. Embora o colapso tenha sido devastador, ele serviu como um lembrete importante da importância da estabilidade e resiliência do mercado de ações e das economias mundiais.